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Quinta-feira, 16 de Julho 2026
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Notícias/Política

Vereador critica tentativa de Edvaldo de vetar contratação de pessoas físicas com emendas impositivas

“Isso prova, mais uma vez, que o cuidado com as pessoas não é uma prioridade nesta gestão”, afirmou

Vereador critica tentativa de Edvaldo de vetar contratação de pessoas físicas com emendas impositivas
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O vereador Eduardo Lima (Republicanos) usou o Grande Expediente, na manhã desta terça-feira, dia 13, na Câmara Municipal de Aracaju (CMA), para criticar a decisão do prefeito Edvaldo Nogueira (PDT) de vetar na Lei Orçamentária Anual (LOA) a contratação de pessoas físicas por instituições do terceiro setor que receberem emendas impositivas. A Casa pode derrubar o veto.

“Isso prova, mais uma vez, que o cuidado com as pessoas não é uma prioridade nesta gestão, e é obrigação deste Parlamento dar uma resposta, pois eu como vereador eleito pelo povo não vou aceitar que aquilo que o município não faz ele também impeça o terceiro setor de fazer”, afirmou o parlamentar.

Eduardo Lima destinou parte das suas emendas impositivas previstas para o ano de 2024 a instituições do terceiro setor, como Ciras, Apae e Licre, para ajudar nas atividades desenvolvidas por elas. O veto do prefeito, se for mantido, pode dificultar muito as atividades e atendimentos que estão em desenvolvimento.   

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Durante sua fala, Eduardo Lima também discordou da secretária de Assistência Social de Aracaju, Rosária Rabelo, que, ao conceder entrevista ao radialista Narcizo Machado, na Rádio Fan FM, afirmou que a assistência social não pode ser feita por favor e benemerência, e que por isso, não é somente para pobres, que segunda ela, são prioridades.

“Segundo a própria secretária, em Aracaju têm 118 mil famílias no cadastro único e trazem demandas, pois estão em vulnerabilidade, e é por isso que essas pessoas estão neste cadastro, e eu gostaria de corrigir a fala dela dizendo que, o que o município faz não é favor nem benemerência é obrigação e serviço público”, rebateu.

E continuou “A assistência social não é feita para os ricos, a assistência social é feita para os pobres que precisam de colchão e cesta básica pois é vulnerável, então esta conversa que assistência social é para todos… vírgula, parênteses e aspas, a assistência social é feita para os esquecidos como vemos nos bairros periféricos de Aracaju”, finalizou.

Por Leonardo Teles

Foto: Gilton Rosas

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