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Quarta-feira, 22 de Abril 2026

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Trabalhadores do comércio e serviços reivindicam agilidade no fechamento das convenções coletivas

Ronildo Almeida, destaca os contatos já mantidos com a classe empresarial desde o ano passado, sem nenhum avanço

Trabalhadores do comércio e serviços reivindicam agilidade no fechamento das convenções coletivas
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Os trabalhadores e as trabalhadoras do comércio e serviços, organizados em suas entidades representativas, esperam agilidade nas negociações para o fechamento das Convenções Coletivas de Trabalho 2024, visto que a maioria dos setores tem data-base em 1º de janeiro. O presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Sergipe (Fecomse), Ronildo Almeida, destaca os contatos já mantidos com a classe empresarial desde o ano passado, sem nenhum avanço.

"A pauta de reivindicações foi entregue ao setor patronal desde o ano passado e até o momento não tivemos resposta. Precisamos urgentemente recompor as perdas salariais da classe trabalhadora, que enfrenta todo tipo de dificuldade e salários defasados, mas continua dando a sua contribuição, o seu suor, tendo um papel determinante no crescimento e na consolidação das empresas", argumenta Ronildo Almeida.

O presidente da Fecomse pontua ainda que, diante da demora do patronato em responder às demandas apresentadas e iniciar as negociações, foi solicitada a mediação da Superintendência Regional do Trabalho (SRT) para agilizar o processo. O dirigente sindical alerta sobre as perdas salariais e sociais nos últimos anos pelos trabalhadores e trabalhadoras do setor.

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"Não estamos pedindo nenhum favor, são dívidas que o empresariado tem com os trabalhadores que precisam ser solucionadas. Não dá para naturalizar, em nome do discurso patronal de que o setor não tem condições, a exploração das trabalhadoras e dos trabalhadores, a escravização da força de trabalho. Não vamos aceitar a perda de direitos conquistados em anos de luta", defende Ronildo Almeida.

"A situação é bastante crítica, com acúmulo de prejuízos financeiros e sociais nos últimos anos. Esperamos que nossos pleitos e necessidades sejam respeitados, não como um favor, mas como pagamento pelo trabalho efetivo que realizamos. É preciso urgentemente que negociemos nossa pauta, com reajuste salarial e melhores condições de trabalho", ressalta Ronildo Almeida.

Foto assessoria

Por Tereza Andrade

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