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Sábado, 23 de Maio 2026
Colunas/Política e Cotidiano

A caminhada de Nikolas Ferreira e o péssimo exemplo do jornalismo brasileiro

Evento virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais em todo o País

A caminhada de Nikolas Ferreira e o péssimo exemplo do jornalismo brasileiro
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O jornalista representa “os olhos da população” para enxergar os problemas que preocupam a coletividade e a “voz do povo” para que todas as mazelas sejam expostas para o conhecimento geral, independente se a responsabilidade é de um gestor público ou do setor privado. Independente se o profissional da comunicação tem uma preferência política, em um País tão polarizado, pela Esquerda ou pela Direita, ele tem que ser fiel na apuração dos fatos.

Gostando ou não do deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG), ele iniciou a caminhada “Acorda Brasil” que foi subestimada por diversos membros da Esquerda Brasileira e até ironizada por alguns veículos de comunicação, mas não custa lembrar que estamos em um ano eleitoral, que os conservadores tiveram mais de 48 milhões de votos na eleição presidencial de 2022 e que mereciam ser respeitados, principalmente por quem tem o discurso de “defensor da democracia”.

A caminhada proposta por Nikolas ganhou uma proporção assustadora, virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais em todo o País, mas lamentavelmente a grande maioria dos veículos de comunicação não deu a devida atenção, não foi feita a cobertura necessária. Um desrespeito não apenas com o eleitorado de oposição, com quem é de Direita ou conservador, mas com a população brasileira de uma forma geral! Neste caso o desrespeito foi com a informação!

Militante, defensora ardorosa do atual governo Lula e torcedora pela manutenção do PT na presidência da República, boa parte da imprensa brasileira simplesmente silenciou diante da proporção que ganhou a iniciativa do deputado Nikolas Ferreira. Com todo respeito aos colegas de comunicação, mas chegamos ao fundo do poço sobre o nosso papel social! É uma profunda descaracterização de uma das profissões mais nobres, até pela proximidade e sintonia com o povo, em especial, com os mais pobres!

A cada quilômetro percorrido, Nikolas Ferreira se tornava assunto em todas as rodas de conversas, nos debates políticos, nos ambientes de trabalho, nas reuniões familiares, mas mesmo com toda repercussão, a imprensa brasileira se “apequenou” e deu um péssimo exemplo quando o assunto é jornalismo! Os fatos podem não ser animadores, para alguns profissionais, mas a informação não pode ser camuflada, contida, censurada! Um golpe explícito contra a democracia plena em nosso País.

Com todo respeito, mas a postura de grande parte da imprensa brasileira, fingindo que nada acontecia pelas rodovias do nosso País em direção a Brasília, representou uma página triste da história do jornalismo, principalmente pela proporção que ganhou essa manifestação da Direita. Isso não é comunicação! Como se não bastasse, ainda mais ridícula foi a forma como estes setores noticiaram o “raio” que teria deixado apoiadores de Nikolas feridos, durante uma tempestade já no Distrito Federal.

Em síntese, não fosse um fenômeno da natureza, um ato político e pacífico, extremamente democrático e que apenas convida a população brasileira para uma reflexão em pleno ano eleitoral, por um segmento extremamente importante para o País, teria passado “batido” por um segmento tão fundamental para nossa democracia. Independentemente de quem sairá vitorioso na eleição deste ano, se a Esquerda ou a Direita, certamente a “grande mídia” já é a grande derrotada de 2026. Que pena...

 

Veja essa!

O vice-prefeito de Aracaju, Ricardo Marques (Cidadania), se posicionou publicamente e, durante entrevista para o radialista Luiz Carlos Focca, e confirmou que estaria deixando o agrupamento da oposição e encerrando sua relação política com a prefeita Emília Corrêa (Republicanos).

 

E essa!

E chama a atenção que Ricardo Marques sinalizou que pode conversar politicamente com o governador Fábio Mitidieri (PSD), compondo com seu agrupamento, ou até formalizar uma “terceira via”, com a possibilidade de ele ser pré-candidato a governador em uma chapa com Rodrigo Valadares, que deve disputar o Senado.

 

Risco para Ricardo

Independente do caminho político que o vice-prefeito seguirá, na avaliação deste colunista, a mudança de posicionamento de Ricardo não deixa de ser um grande risco, considerando que boa parte do seu eleitorado não comunga com o governo de Mitidieri e não deve acompanhá-lo se for para a oposição contra Emília.

 

Olha o MPC!

O Ministério Público de Contas do Estado de Sergipe (MPC-SE) amplia sua capacidade de fiscalização com a criação de três coordenadorias especializadas voltadas para áreas estratégicas das políticas públicas. A medida, instituída pela Resolução nº 5/2025, representa um avanço na forma como o órgão acompanha a aplicação dos recursos públicos estaduais e municipais.

 

Novas estruturas

As novas estruturas são: a Coordenadoria Especializada em Educação (CEE), a Coordenadoria Especializada em Meio Ambiente e Sustentabilidade (CEMAS) e a Coordenadoria Especializada em Saúde (CES). Cada uma terá atribuições específicas dentro de suas áreas de atuação, permitindo uma fiscalização mais técnica e aprofundada.

 

Alô Riachuelo!

Riachuelo viveu dias de muita festa, emoção e orgulho ao celebrar os 136 anos de emancipação política do município. A programação especial reuniu milhares de pessoas, transformando a cidade em um verdadeiro polo de alegria, cultura e entretenimento, além de impulsionar significativamente a economia local, com aquecimento do comércio, ambulantes, bares, restaurantes e serviços em geral.

 

Diversidade musical I

Durante os dias de comemoração, a cidade recebeu visitantes de diversas regiões, consolidando o evento como um dos maiores já realizados no município. A diversidade musical foi um dos grandes destaques da festa, que contou com grandes nomes da música, agradando públicos de todas as idades e estilos.

 

Diversidade musical II

Subiram ao palco Kaelzinho, Yasmin Sensação, Zezo, Samyra Show, além de Helinho Ventura, Leonne O Nobre, Luanzinho e Pagod’Art, garantindo noites marcadas por muita animação, romantismo e sofrência. O ponto alto da programação ficou por conta do arrastão comandado por Bell Marques, que literalmente parou Riachuelo. O público curtiu em um percurso que reuniu cerca de 10 mil pessoas e que entra para a história das comemorações do município.

 

Petinho

Para o prefeito Peterson Dantas Araújo, o Petinho de João Grande, a festa simboliza mais do que entretenimento. “Celebrar os 136 anos de Riachuelo é valorizar nossa história, nossa gente e nossa cultura. Preparamos uma festa pensada para o povo, que movimenta a economia, gera oportunidades e fortalece o sentimento de pertencimento. Ver a cidade cheia, feliz e organizada é a maior recompensa”, destacou o prefeito.

 

Reconhecimento na UFS

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) realizou a solenidade de entrega dos títulos de Doutor Honoris Causa a João Bosco Rolemberg Côrtes e Ana Maria Santos Rolemberg Côrtes. O evento aconteceu no Auditório Libório Firmo, no prédio da Reitoria, no Campus de São Cristóvão, e reuniu autoridades, familiares, servidores, estudantes e representantes de movimentos sociais.

 

História de resistência

A homenagem reconhece duas trajetórias profundamente ligadas à história da resistência à Ditadura Militar no Brasil, à luta pela democracia e à construção de políticas públicas voltadas à justiça social. Militantes históricos, Ana e Bosco tiveram suas vidas marcadas pela atuação política, pela organização popular e pela defesa intransigente dos direitos humanos.

 

André Maurício I

Durante a solenidade, o professor André Maurício, reitor da UFS, destacou o simbolismo da homenagem. Segundo ele, a trajetória de Ana e Bosco representa a defesa inegociável da democracia e a importância da memória histórica. “São pessoas que tiveram suas vidas interrompidas, foram presas e torturadas simplesmente por defender a democracia”.

 

André Maurício II

“Manter essa história viva é fundamental para que a universidade reafirme, todos os dias, que democracia não se discute. Além disso, suas trajetórias são exemplo de uma atuação comprometida com o pensamento crítico, com os sistemas públicos e com a construção de uma sociedade mais justa”, afirmou.

 

Bosco Rolemberg

Emocionado, João Bosco Rolemberg, que falou em nome de sua esposa, por motivo de saúde, ressaltou o caráter coletivo da honraria. “É um momento de muita alegria e orgulho, não apenas pelo reconhecimento pessoal, mas pelo gesto da universidade em defesa da verdade, da memória, da justiça e da democracia. Em tempos de ameaças ao pensamento crítico e à autonomia universitária, conceder a maior honraria a dois militantes históricos é um ato de coragem. Este título não é um mérito individual, mas de toda uma geração que, com ousadia e coragem, reagiu em defesa de seus ideais e sonhos”, declarou.

 

Joana Côrtes

Filha dos homenageados e servidora da UFS, Joana Côrtes destacou o significado histórico da solenidade. Para ela, o reconhecimento vai além do âmbito familiar. “Essa celebração tem um sentido coletivo. Como servidora da UFS e como filha, é uma honra ter pais que dedicaram mais de 60 anos de suas vidas a projetos públicos de justiça social, democracia e solidariedade. Este título é também um ato efetivo de memória, verdade e reparação em um país que não realizou plenamente sua justiça de transição”, afirmou.

 

Maria Cecília Leite I

A proposta da concessão do título partiu do Departamento de Serviço Social (DSS/UFS). A professora Maria Cecília Leite explicou que a iniciativa surgiu durante as comemorações dos 70 anos do curso. “Pensamos em homenagear pessoas que ajudaram a construir a história do curso e da vida política do nosso estado”.

 

Maria Cecília Leite II

“Ana e Bosco foram estudantes de Serviço Social e tiveram uma atuação fundamental no movimento estudantil e na construção dos espaços políticos em Sergipe. A ditadura interrompeu trajetórias, retirou direitos e projetos de vida. Hoje, a universidade faz essa reparação histórica, não apenas para lembrar o passado, mas para dizer às novas gerações, de forma pedagógica e política, que a ditadura nunca mais deve se repetir”, ressaltou.

 

Alô Socorro!

A Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro, através da Defesa Civil Municipal, está monitorando a estrutura da Igreja Nossa Senhora da Conceição, na Taiçoca de Fora, interditada no último final de semana, após desabamento de parte do telhado. A causa do acidente, que não deixou feridos, ainda não foi confirmada.  

 

Causa desconhecida

A Defesa Civil foi acionada logo após a ocorrência, quando foi feita a interdição do local e realizado trabalho preventivo para evitar mais danos no restante da estrutura, além de garantir a segurança dos cidadãos que transitam no entorno da igreja. De acordo com a Defesa Civil, a igreja havia passado por uma reforma em 2024, mas a causa do acidente ainda não foi determinada. 

 

Stéfisson Barbosa

“Existe uma grande base de concreto na parte de cima da torre, provavelmente a estrutura não sustentou o peso e colapsou. Não havia atividade no momento, e não houve nenhuma vítima ou ferido. Isolamos o local e estamos dando total apoio à paróquia e aos fiéis, para que o local possa ser reconstruído”, explicou o coordenador da Defesa Civil de Socorro, Stéfisson Barbosa. 

 

Kléber Lima

Equipes da Defesa Civil estiveram novamente no local e seguem dando suporte aos membros da paróquia. “Fizemos uma vistoria mais detalhada hoje da estrutura e verificamos que o que colapsou foi a torre e o campanário da igreja. Uma parte grande da estrutura da torre ficou presa à laje, mas o local já está isolado e a paróquia já acionou o setor de engenharia para retirada dos escombros e futura reforma”, afirmou o diretor operacional Kléber Lima.

 

Cannabis Medicinal

A regulamentação para a produção de Cannabis medicinal no Brasil teve seu pontapé inicial com uma proposta foi apresentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em cumprimento a uma determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O texto busca estabelecer regras para todas as etapas do processo, desde a produção até a pesquisa, com diversos pontos de organização que representam um avanço, incluindo as associações de pacientes nas decisões. A proposta deve ser concluída até o dia 31 de março.

 

Paulo Reis

“Para as Associações, isso é um avanço enorme porque a Anvisa reconhece que existe um modelo associativo real, que atende milhares de famílias, e propõe uma RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) específica para associações. porém, não é uma autorização plena e definitiva. É um modelo de projeto-piloto supervisionado, para avaliar viabilidade sanitária e produzir evidências para decisão futura da própria Anvisa. Ou seja, a associação entra, mas como projeto selecionado, e não como um direito automático”, explicou o presidente da Associação Brasileira de Apoio ao Cultivo e Pesquisa da Cannabis Medicinal, Salvar-SE, Paulo Reis.

 

Chamamento público

A Agência realizará um chamamento público, que definirá limites de produção e de pacientes atendidos. Cada associação deverá seguir estritamente a quantidade de medicamentos autorizada a produzir, podendo plantar apenas o número necessário para a quantidade definida de produtos. A associação que responder ao chamamento precisará ainda atender a critérios técnicos e sanitários de elegibilidade, com Plano de Monitoramento contendo a descrição dos principais indicadores a serem acompanhados durante a execução.

 

Paulo Reis

Além disso, a Anvisa colocou como limite de teor de THC o máximo de 0,3%, o que representa um desafio para a produção. Por ser um país tropical, o Brasil dificulta substancialmente manter este nível no produto final. Paulo Reis ainda informou que as associações reunirão dados para envio à Anvisa para uma possível regulamentação mais ampla.

 

CRÍTICAS E SUGESTÕES

habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com

 

 

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