A Superintendência Regional do Trabalho em Sergipe, através do Núcleo de Economia Popular e Solidária, em parceria com a UNISOL, o Instituto DIVERSA, o DIEEESE e o Fórum de Economia Solidaria de Sergipe, com o apoio do Sindicato dos Auditores do Trabalho em Sergipe, realiza nos dia 30 de abril, no auditório da Superintendência, situada à Rua Pacatuba, 171, centro, o Seminário: Economia Popular e Solidária e seus Novos Desafios.
O Objetivo do evento é compreender a atividade realizada a partir da economia solidária como alavancadora da economia local, vista como um marco das relações socioeconômicas comunitárias locais, territorial e em redes, com potencial para o crescimento e o desenvolvimento econômico das pessoas, de forma solidária e rentável e sustentável.
“A Economia Solidária permite fomentar o desenvolvimento local, pois esta, valoriza a diversidade, preocupa-se com a relação do ser humano com o meio ambiente do qual é parte, oferece alternativas para uma construção social de desenvolvimento econômico. A verdade é que a Economia Solidária tornou-se num importante instrumento de combate à exclusão social e à pobreza, contesta o modelo capitalista propondo a construção de relações econômicas mais justas, solidárias e sustentáveis, fomentando desta forma o desenvolvimento local justo e solidário.” ( José Ribeiro Gomes, Pesquisador, Escritor, Educador Social)
Com a participação de Empreendedores e empreendedoras solidários(as), dirigentes de asssociações, cooperativas, parceiros institucionais e apoiadores, o Seminário discutirá, numa linguagem popular, a partir das contribuições dos atores locais e territoriais, a inserção da economia solidária nos processos de desenvolvimento local como fortalecedor da combinação das ações estruturantes de acesso às alternativas locais de criação de emprego e renda, com melhorias nas condições de vida da população.
Segundo Cláudio Caducha, Superintendente Regional do Trabalho e Emprego em Sergipe, “Entender esse processo, identificar as potencialidades e os entraves, nas relações, de forma sistêmica, para o fortalecimento da atividade econômica e o desenvolvimento sócio-econômico sustentável, das pessoas, no nível local e territorial, é necessário e urgente!”
Por: Assessoria do Gabinete da SRTE/SE
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