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Quarta-feira, 06 de Maio 2026
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Prefeitura fortalece rede de saúde mental com capacitação de profissionais da Atenção Primária

A formação presencial acontece de 4 a 8 de maio, na sede da SMS, reunindo 54 profissionais de diferentes categorias da rede municipal

Prefeitura fortalece rede de saúde mental com capacitação de profissionais da Atenção Primária
Formação promovida pela SMS, em parceria com a ImpulsoGov, qualifica equipes para ampliar o acolhimento e o cuidado psicossocial na rede básica de saúde. Fotos: Ascom/SMS
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A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), realiza uma nova capacitação voltada aos profissionais da Atenção Primária para fortalecer o acolhimento em saúde mental nas Unidades de Saúde da Família (USFs) e qualificar a rede de cuidado psicossocial no município. A formação presencial acontece de 4 a 8 de maio, na sede da SMS, reunindo 54 profissionais de diferentes categorias da rede municipal, entre médicos, enfermeiros, assistentes sociais, dentistas, agentes comunitários de saúde, técnicos de enfermagem e farmacêuticos. 
A qualificação é mediada e desenvolvida em parceria com a ImpulsoGov, instituição responsável pela condução metodológica do processo formativo. Após essa etapa inicial, a capacitação segue por mais cinco meses com mentorias on-line e acompanhamento prático, fortalecendo a aplicação do conteúdo no cotidiano das unidades. A iniciativa integra o Programa de Fortalecimento do Cuidado em Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde (PROAPS – Saúde Mental), instituído pela Portaria nº 372/2025 e alinhado às diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. 

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A medida busca consolidar o cuidado psicossocial como parte permanente das atividades da Atenção Primária, promovendo escuta qualificada, acolhimento e acompanhamento de pessoas com sofrimento emocional leve a moderado. O assessor técnico da Saúde Mental na Atenção Primária, Lucas Rosa, explicou que a proposta é qualificar profissionais não especialistas para identificar e acolher usuários em sofrimento psíquico ainda no primeiro nível de atenção. “O atendimento é estruturado em quatro encontros, permitindo acompanhamento breve e intervenções precoces. A saúde mental não está restrita somente ao CAPS, mas precisa estar presente em toda a rede de atenção à saúde”, afirmou.
Lucas Rosa, assessor técnico da Saúde Mental na Atenção Primária
Lucas Rosa, assessor técnico da Saúde Mental na Atenção Primária
A facilitadora da ImpulsoGov, Mairla Protázio, ressaltou que a qualificação amplia a capacidade de resposta da Atenção Primária diante das demandas de saúde mental. “Os profissionais estão sendo preparados para identificar sinais de sofrimento, classificar riscos e construir estratégias de cuidado articuladas com toda a rede. O grande objetivo é ampliar a rede de acesso dos usuários ao cuidado em saúde mental com mais qualidade, intencionalidade e segurança”, destacou.
Também facilitadora da formação, Chenya Coutinho enfatizou que o fortalecimento da Atenção Primária é estratégico diante do crescimento das demandas relacionadas a transtornos mentais comuns, como ansiedade e depressão. “A capacitação oferece ferramentas com evidências científicas para apoiar a tomada de decisão clínica e qualificar o acolhimento. A atenção primária é onde podemos começar esse cuidado antes que ele se transforme em crise”, pontuou.
Na prática do atendimento, a qualificação também representa mais preparo para lidar com uma demanda crescente. A assistente social da USF Elizabeth Pita, Paula Costa, compreende que a formação fortalece as alternativas de cuidado e amplia a capacidade de resposta das equipes. “O conhecimento adquirido contribui para um acolhimento mais resolutivo e humanizado. Esse cuidado qualificado traz mais dignidade, autonomia e qualidade de vida para os usuários”, reforçou.
A secretária municipal da Saúde, Débora Leite, avalia que o fortalecimento da Atenção Primária em saúde mental é uma estratégia essencial para ampliar o cuidado integral à população. “É fundamental que os profissionais da rede estejam preparados para identificar sinais de sofrimento emocional e conduzir o acompanhamento adequado. Muitas vezes, são queixas silenciosas, que precisam ser reconhecidas com sensibilidade e responsabilidade”, ponderou. 
A secretária municipal da Saúde, Débora Leite, avalia que muitas vezes o transtorno mental é silencioso e precisa ser reconhecido com sensibilidade e responsabilidade
A secretária municipal da Saúde, Débora Leite, avalia que muitas vezes o transtorno mental é silencioso e precisa ser reconhecido com sensibilidade e responsabilidade
Com a formação continuada e o acompanhamento técnico ao longo dos próximos cinco meses, a Prefeitura de Aracaju avança na consolidação do PROAPS – Saúde Mental e segue ampliando a capacidade da Atenção Primária para identificar precocemente casos de sofrimento psíquico.
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