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Domingo, 19 de Abril 2026

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Militares planejavam a morte de Lula, Alckmin e Moraes

Policiais federais cumprem cinco mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares diversas da prisão

Militares planejavam a morte de Lula, Alckmin e Moraes
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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19/11) a Operação Contragolpe, para desarticular organização criminosa responsável por ter planejado um golpe de Estado para impedir a posse do governo legitimamente eleito nas Eleições de 2022 e restringir o livre exercício do Poder Judiciário.

As investigações apontam que a organização criminosa se utilizou de elevado nível de conhecimento técnico-militar para planejar, coordenar e executar ações ilícitas nos meses de novembro e dezembro de 2022. Os investigados são, em sua maioria, militares com formação em Forças Especiais (FE).

Entre essas ações, foi identificada a existência de um detalhado planejamento operacional, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, que seria executado no dia 15 de dezembro de 2022, voltado ao homicídio dos candidatos à Presidência e Vice-Presidência da República eleitos.

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Ainda estavam nos planos a prisão e execução de um ministro do Supremo Tribunal Federal, que vinha sendo monitorado continuamente, caso o Golpe de Estado fosse consumado.

O planejamento elaborado pelos investigados detalhava os recursos humanos e bélicos necessários para o desencadeamento das ações, com uso de técnicas operacionais militares avançadas, além de posterior instituição de um “Gabinete Institucional de Gestão de Crise”, a ser integrado pelos próprios investigados para o gerenciamento de conflitos institucionais originados em decorrência das ações.

Policiais federais cumprem cinco mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares diversas da prisão, que incluem a proibição de manter contato com os demais investigados, a proibição de se ausentar do país, com entrega de passaportes no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, e a suspensão do exercício de funções públicas. O Exército Brasileiro acompanhou o cumprimento dos mandados, que estão sendo efetivados no Rio de Janeiro, Goiás, Amazonas e Distrito Federal.

Os fatos investigados nesta fase da investigação configuram, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Golpe de Estado e organização criminosa.

Quem sãos os presos?

Ao todo, cinco pessoas foram presas preventivamente, quatro delas seriam militares do Exército, que acompanhou a ação da PF. A outra prisão, segundo o siteG1, seria de um agente da própria Polícia Federal que participou da elaboração do plano. As identidades dos presos ainda não foram confirmadas oficialmente pela PF. De acordo com o site, a lista de presos é formada por:

  • Mario Fernandes, general de brigada (na reserva) e assessor do deputado General Eduardo Pazuello (PL)  que já havia sido alvo da operação Tempus Veritatis;
  • Helio Ferreira Lima, tenente-coronel que já havia sido alvo da operação Tempus Veritatis;
  • Rodrigo Bezerra Azevedo, major;
  • Rafael Martins de Oliveira, major que também já havia sido preso por ordem do STF em outra operação;
  • Wladimir Matos Soares, policial federal.

A Operação Contragolpe foi autorizada pelo STF em decisão sigilosa.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Ascom | PF

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