Por Coronel Rocha*
O pleito eleitoral de 2024 em Aracaju já possui algumas peculiaridades interessantes, em especial para o executivo municipal.
A primeira delas é a presença feminina.
Até agora já temos como pré-candidatas Katarina Feitosa (PSD), Yandra Moura (União Brasil), Niuly Campos (PSol), Daniele Garcia (MDB), Candice Carvalho (PT) e Emília Correia (PL).
Além delas, os pré-candidatos Luiz Roberto (PDT) e Fabiano Oliveira (PP).
A maioria com ávidos padrinhos querendo emplacar seu pupilo ou pupila.
Não entrarei no mérito das qualidade dos pré-candidatos. Cada um tem seu valor. O objetivo não é desmerecer nenhum deles. Tampouco discutir a qualidade dos padrinhos. Sergipe conhece as virtudes de todos eles, inclusive conhece (principalmente) seus "pecados".
Apenas registrar a interessante peculiaridade do apadrinhamento político e a "briga" entre os caciques na defesa de seus afilhados.
A exceção à regra fica por conta de Emília Correia, do PL (partido de Jair Bolsonaro), que não foi apresentada por nenhum padrinho político. Sua pré-candidatura nasceu da vontade popular, em razão do seu carisma, do seu trabalho como defensora pública e do excelente trabalho como Vereadora de Aracaju.
Emília tem pela frente uma dura batalha, onde enfrentará a máquina do estado, a máquina da prefeitura de Aracaju e de quebra, parte da imprensa que tenta, inexplicavelmente, desqualificar sua liderança e queimá-la junto ao eleitorado bolsonarista. Mas o povo, seu padrinho, estará ao seu lado Emília.
Por fim, não poderia deixar de registrar fato semelhante em minha cidade, São Cristóvão, onde um pré-candidato depois de mudar de nome 5 vezes em menos de um ano, por último decidiu adotar o nome do sogro, ops, do padrinho político.
O povo tá de olho
Coronel Rocha é pré-candidato a prefeito de São Cristóvão
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se