No dia em que é divulgada a mais recente pesquisa do instituto Real Time Big Data, configurando um empate técnico entre o governador Fábio Mitidieri (PSD) e o pré-candidato ao governo, Valmir de Francisquinho (Republicanos), sinalizando uma disputa de dois turnos para o “desespero” de alguns setores, eis que vem à tona a decisão de um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negando o recurso apresentado pela defesa de Valmir no processo relacionado ao caso do Matadouro.
Estes setores associados ao governo de Fábio Mitidieri se apressaram em criar uma narrativa de que, repetindo o mesmo cenário da eleição estadual de 2022, Valmir estaria supostamente inelegível e fora da disputa este ano. Justamente quando, segundo o Real Time Big Data, a vantagem do atual governador para Francisquinho seria de apenas 3% (43% x 40%). O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SE-07327/2026.
O trabalho de campo foi conduzido entre os dias 28 de julho e 1º de agosto de 2026, ouvindo 1.600 eleitores no estado de Sergipe. A pesquisa conta com índice de confiança de 95% e margem de erro estimada de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos. Mas, logo, a verdade veio à tona e os advogados de Valmir trataram de tranquilizar seu eleitorado explicando que a decisão do ministro do STJ em nada interfere na liminar, também do STJ, que devolveu os direitos políticos a Francisquinho.
Segundo o jurídico do candidato a governador pelo Republicanos existem em Brasília (DF) dois processos ligados ao mesmo assunto e ainda que existisse alguma decisão referente a um deles, em nada abalaria sua condição de elegibilidade, ou seja, Valmir segue apto para continuar disputando o governo do Estado contra Fábio Mitidieri, divergindo da narrativa que está sendo posta nas ruas, por alguns setores associados ao atual governador.
Mas, como se não bastasse esta “celeuma” que confunde o entendimento do eleitorado, eis que a Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade), presidida em Sergipe pelo ex-deputado federal Valadares Filho, protocolou no Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe um pedido de impugnação do registro de candidatura de Francisquinho ao cargo de governador, ou seja, uma ação movida por um assessor do governador Fábio Mitidieri, principal interessado em um suposto impedimento de Valmir.
Valadares Filho, secretário de Estado da Cultura, se viu “MOTIVADO” a tentar impugnar Valmir alegando que ele, mesmo fora da Prefeitura de Itabaiana, continuava decidindo como prefeito da cidade, em um desrespeito não apenas à população daquele município, mas ao atual prefeito Zequinha da Cenoura, que vem tocando a gestão de forma independente. Para este colunista e outros especialistas em campanha, Valadares apenas atendeu “as ordens do chefe superior”!
Mas, graças à quebra do monopólio da informação, graças ao território democrático das redes sociais, a população está entendendo o que está acontecendo; as pessoas estão visualizando a repetição das mesmas perseguições contra Valmir de Francisquinho de 2022, quando pelo voto popular ele foi o escolhido pela maioria dos sergipanos naquele primeiro turno. Onde o atual governador Fábio Mitidieri sequer teria ido para o turno decisivo, não fosse a intervenção do Poder Judiciário.
Os movimentos políticos do governador e de seus associados para tentar impedir Valmir de Francisquinho de ser candidato e tentar a reeleição sem disputa, como uma espécie de “W.O.”, representam sim um verdadeiro “tiro no pé”, numa perseguição explícita que pode resultar na vitória da oposição em Sergipe. É o “peso” da máquina pública atuando em benefício de um projeto político, que visivelmente não tem sintonia com o povo e precisa do artifício da “força” e da “pressão” para atingir seus objetivos...
Eduardo Amorim I
Em resposta ao movimento orquestrado pelo bloco governista contra o pré-candidato ao Governo de Sergipe, Valmir de Francisquinho, o médico anestesiologista e pré-candidato ao Senado Federal Eduardo Amorim, defendeu o legado de gestão pública com selo de qualidade, o perfil de lealdade e o compromisso de Valmir para o progresso unificado de Sergipe. Após a confirmação do nome de Valmir de Francisquinho como líder da chapa majoritária de oposição, realizada em convenção partidária, ataques sincronizados se tornaram frequentes.
Eduardo Amorim II
Conhecedor desta modalidade perversa, Eduardo Amorim lamenta que o processo democrático no estado de Sergipe volte a assistir perseguições, em contradição à oportunidade de protagonizar o debate de ideias. “Sergipe já viu esse filme antes e, infelizmente, estamos vendo novamente. Basta o nosso amigo Valmir crescer nas pesquisas para os poderosos usarem de suas táticas para tentar nos parar no papel. Mas o povo sergipano não se deixa mais enganar por esse tipo de manobra. Eleição se decide com ideias, propostas e, sobretudo, com respeito à vontade do povo. Valmir, meu amigo: estamos juntos nessa luta”, destacou Eduardo Amorim.
Eduardo Amorim III
“Seguimos firmes e confiantes na Justiça do nosso país para garantir que a decisão das urnas seja respeitada. A eleição quem decide é o povo; a vontade popular deve ser soberana. A preocupação em torno da candidatura de Valmir está atrelada ao movimento popular que temos assistido diariamente nas ruas. Valmir tem experiência, vontade de trabalhar e isso incomoda quem deseja se perpetuar no poder. Que Deus abençoe Sergipe”, completou Eduardo Amorim.
Veja essa!
O senador Alessandro Vieira (MDB) comemorou a decisão da Justiça que rejeitou a ação movida por familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, contra ele. O processo foi apresentado pela esposa e pelos filhos do ministro após declarações do parlamentar sobre fatos apurados durante os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, da qual Alessandro foi relator.
E essa!
Na decisão, a Justiça rejeitou o pedido apresentado pelos autores, encerrando a ação em favor do senador. O caso teve origem em declarações concedidas por Alessandro durante entrevistas à imprensa, nas quais defendia o aprofundamento de investigações sobre movimentações financeiras mencionadas no contexto dos trabalhos da CPI. O senador sempre sustentou que suas manifestações estavam amparadas pela imunidade parlamentar e que, em nenhum momento, atribuiu aos familiares do ministro envolvimento com o PCC, mas sim com o banco Master.
Alessandro Vieira I
Para Alessandro Vieira, a decisão representa uma importante reafirmação das garantias constitucionais da atividade parlamentar. “A decisão da Justiça é uma vitória da verdade e da liberdade de expressão. Ela confirma que estamos no caminho certo nessa luta para transformar o Brasil num país onde a lei vale para todos. Vamos seguir com coragem, qualidade técnica e respeito. É disso que o sistema tem medo”.
Alessandro Vieira II
Relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira defende que o Parlamento deve exercer plenamente sua função constitucional de investigar, fiscalizar e promover o debate público, sem sofrer intimidações por conta do exercício legítimo do mandato.
Alô Zona de Expansão!
O vereador Breno Garibalde voltou a cobrar uma solução para a disputa territorial envolvendo a Zona de Expansão da capital. Em pronunciamento na tribuna, o parlamentar criticou a indefinição sobre os limites entre Aracaju e São Cristóvão e defendeu que a população da região seja consultada antes de qualquer decisão definitiva.
Breno Garibalde I
Breno destacou que acompanha o debate desde a década de 1990 e relembrou o trabalho desenvolvido por seu pai, o deputado estadual Garibalde Mendonça, em defesa da permanência da área sob a administração de Aracaju. Segundo o vereador, uma decisão judicial baseada em uma legislação antiga não reflete a realidade atual da região.
Breno Garibalde II
“Estamos falando de uma área urbana consolidada. Não faz sentido uma decisão de gabinete dividir ruas e até casas, determinando que de um lado a pessoa é de Aracaju e do outro é de São Cristóvão”, afirmou.
Breno Garibalde III
O parlamentar demonstrou preocupação com os impactos que a mudança pode causar na prestação de serviços públicos essenciais, como coleta de lixo, atendimento em postos de saúde, educação e obras de infraestrutura. Para Breno, a população pode enfrentar insegurança jurídica e administrativa caso a situação não seja resolvida de forma definitiva.
Breno Garibalde IV
“O município de Aracaju diz que continuará oferecendo os serviços, mas como isso vai funcionar legalmente? Como investir recursos públicos em uma área que, oficialmente, pertence a outro município?”, questionou. Durante o discurso, Breno também criticou a condução do processo e afirmou que o debate não deve ser pautado por interesses políticos, mas pelo bem-estar dos moradores da região.
Breno Garibalde V
“Isso não é sobre política. É sobre pessoas. São famílias que construíram suas vidas ali, que se identificam como aracajuanas há décadas e que, de uma hora para outra, recebem a notícia de que pertencem a outro município”, disse. O vereador voltou a defender a realização de um plebiscito para que os moradores possam decidir sobre o futuro da região e lamentou que a consulta popular ainda não tenha sido realizada. “A população precisa ser ouvida. Não podemos decidir o destino de milhares de pessoas sem que elas tenham voz nesse processo”, concluiu.
“Quebradeira do Estado” I
A coluna anterior repercutiu a fala do presidente do Sintese em tom de protesto nas redes sociais, quando denunciou que o governo de Sergipe protocolou na última quarta-feira (29), no STF, um pedido para ter mais 12 meses de prazo “para não cumprir a decisão judicial referente ao plano de carreira dos professores da rede estadual”.
“Quebradeira do Estado” II
Na justificativa para convencer o Supremo em seu pedido, o governador alega um “cenário devastador” nas receitas do Estado, ou seja, estaríamos caminhando para a “quebradeira”? Este colunista disse que no documento enviado ao STF, se o governo falou a verdade, ele comprova o desequilíbrio financeiro da máquina pública.
Resposta da PGE I
Em nota, a PGE disse que “sobre os apontamentos recentes acerca das finanças do Estado de Sergipe, cabe esclarecer que cerca de 50% das receitas estaduais decorrem de transferências federais, realidade comum à maioria dos estados brasileiros e que exige planejamento fiscal permanente diante de fatores externos que podem afetar a arrecadação e as despesas públicas”.
Resposta da PGE II
“Mesmo nesse cenário, Sergipe mantém uma situação fiscal equilibrada, refletida na classificação Capag A, na nota AAA da agência Fitch e no menor nível de endividamento de sua história, com Dívida Consolidada Líquida equivalente a 2,25% da Receita Corrente Líquida. Preservar esse equilíbrio exige cautela em relação a medidas que possam ampliar despesas obrigatórias sem a correspondente previsão de impacto e sustentabilidade”, acrescenta a PGE.
Resposta da PGE III
“É nesse contexto que se insere o documento citado na matéria. A manifestação demonstra que, caso prevaleça a tese de aplicação imediata da decisão defendida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese), poderá haver impacto relevante nas contas públicas, com reflexos no planejamento orçamentário, na capacidade de investimento e no atendimento das demandas de todas as categorias de servidores, razão pela qual o Estado defende uma implementação gradual de eventual decisão”, concluiu a PGE. Feito o registro...
Sobre o Solim!
Em resposta sobre a nota da suspensão dos atendimentos aos conveniados do IPESAÚDE pelo laboratório Solim, o IPESAÚDE informa que o contrato com o Laboratório Solim permanece vigente e o código de atendimento está ativo. Diante da divulgação da suspensão dos agendamentos pelo próprio laboratório, o instituto já solicitou esclarecimentos à empresa, por meio do fiscal do contrato.
Resposta do IPESAÚDE!
“É importante frisar que os beneficiários podem realizar seus exames em qualquer outro laboratório credenciado à rede, sem prejuízo da assistência. O Ipesaúde acompanha o caso e adotará as medidas cabíveis”, conclui a nota. Feito o registro.
CRÍTICAS E SUGESTÕES
habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com
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